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quinta-feira, 13 de abril de 2017

Coluna da Nanda (Abril 2017).


“Quando a tristeza não passa...”


 
 
 
 
 
 
Imagem da internet.

 
 
 
 
Essa tristeza que me aperta o peito, de tal forma, me causando angústia e um vazio enorme.
“Tem momentos em que tamanha tristeza se aproxima de mim, insistindo em me fazer companhia.”
Mas tenho tudo o que quero, estou cercado por pessoas alegres, como posso me sentir triste?
Por inúmeras vezes me questiono, me culpo pelo simples fato de eu não estar vivendo como “deveria....”
Mas existe ao certo uma maneira esperada e correta para se viver?
Talvez não, mas isso não me daria o direito de ser ingrato com a minha vida, minhas conquistas, meus amigos. “Por isso me culpo e devo me punir, quando sentir-me triste novamente....”
Calma! Apenas respire, feche seus olhos, já experimentou não pensar em nada ou simplesmente não fazer nada?
Esse momento é seu, é único, experiencie, sem pré- julgamentos ou rotulações, não há nada de errado em assumir suas emoções, sentir-se triste é normal, a tristeza muitas vezes está aliada ao aprendizado, a novas concepções, é preciso vivenciá-la sem tantas restrições ou resistências...
“Alegria ou tristeza não está ligada a coisas materiais, é algo mais profundo e interno, para isso é necessário fazer questionamentos, olhar para si e valorizar seus sentimentos, talvez esse seja um dos caminhos para chegar a uma conclusão e desvendar o que lhe angustia.”
Sentir tristeza é normal, considerada até importante, pois ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais, todas as pessoas estão sujeitas a tristeza. Trata-se das ausências de satisfação pessoal, quando a pessoa se depara com sua fragilidade.
No entanto se a tristeza não passa, e começam a surgir sentimentos de desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida, neste caso o indivíduo pode estar sofrendo de depressão.
A depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o humor da pessoa, deixando-a em um estado considerável de pessimismo, baixa autoestima e tristeza por um longo período.
É importante ressaltar que a quantidade e a intensidade dos sintomas apresentados pela pessoa depressiva variam, a depender do grau da depressão.
A depressão tem cura, contudo é importante lembrar que o diagnóstico precoce, pode contribuir no avanço positivo da patologia.
O acompanhamento psicológico não exclui o tratamento médico, exceto quando à depressão se encontra em um grau leve e a pessoa junto ao psicoterapeuta consegue progredir na psicoterapia sem a intervenção medicamentosa.
 
A partir disso:
“Antes de julgar, pergunte, seja solidário, a tristeza ou ainda a depressão apresentam características bastante consideráveis e não devem ser confundida com “preguiça.”
Muitas vezes a pessoa necessita de um tratamento psicológico e psiquiátrico, porém quando a mesma se sente acolhida, seja no ambiente familiar ou de trabalho, a probabilidade de obter um avanço positivo mais rápido em seu tratamento é ainda maior.



Arquivo pessoal.





Fernanda (Nanda), é psicóloga formada pela universidade paulista. Sua paixão pela psicologia se despertou ainda na adolescência, tentou seguir outros caminhos, mas a psicologia sempre a acompanhou, pois tinha e ainda tem a curiosidade de estudar e se aprofundar cada vez mais no estudo do comportamento humano e consequentemente no bem estar psicológico.
 É adepta á prática meditativa e ao yoga, pois acredita que a saúde e o bem-estar se inicia internamente, à partir do momento em que você decide ser o protagonista de sua vida.


Por fim, é uma amante de gatos declarada, já chegou a ter mais de 10 gatos, atualmente vive com um casal de gatos “Mingau e Manuella”, mas que segundo ela planeja ainda ter mais e mais felinos enquanto viver.
 
 
 
 
 

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